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Carlos
LeitãoHabilitações Literárias · Bacharelato em Comunicação Social (Escola Superior de Educação – Setúbal). Fado (momentos capitais) · Estreia como intérprete de fado (1990) · Vencedor da Grande Noite de Fado, no Coliseu dos Recreios (Juvenis) (1991) · Estreia como músico de fado – guitarra clássica (1994) · Participação na festa de homenagem ao fadista Fernando Maurício, no Teatro S. Luiz (1995) · Depois das primeiras edições discográficas, a gravação do primeiro CD de originais (1997) · Espectáculo, a convite de Cristina Branco, no Concertgebouw, Amesterdão (2006) Historiando… Os 11 anos de idade marcaram definitivamente a vida futura musical de um jovem e de um homem que se apaixonou (e apaixona) pelo Fado e por algumas das suas temáticas mais relevantes, como os amores, a saudade, a melancolia e muita introspecção. Nomes como Carlos Ramos, Fernando Maurício, Júlio Peres, Maria José da Guia e Fernanda Maria ajudaram, muitos deles sem terem conhecimento, à construção gradual da vontade de cantar e tocar Fado, de o viver de genuinamente… De o respeitar. Com o passar dos anos, amadureceu sentimentos e aperfeiçoou técnicas que o influenciaram, levando-o a escrever os seus próprios Fados e, com os pés bem assentes na terra, a criar o seu próprio repertório, facto a que não é alheia a sua profissão, jornalista. Desde 2001, é presença semanal como artista residente das noites de Fado do Restaurante Beatriz Costa, no Hotel Tivoli Lisboa (Sexta Feira), bem como das típicas tertúlias de Quinta-feira no Restaurante Café Alentejo, em Évora. Sucedem-se as participações em inúmeros espaços e ambientes. Destacam-se os espectáculos nos Emiratos Árabes Unidos, Califórnia, Holanda, Inglaterra, Espanha e Itália. Em território português, elege as participações em espectáculos da Liga Portuguesa Contra o Cancro e no Hospital de Leiria, experiências enriquecedoras do ponto de vista pessoal. A televisão acaba por surgir com naturalidade, primeiro a convite de amigos, no concurso “A Filha da Cornélia” e no programa “Marginalidades”, de Francisco Moita Flores. “Portugal no Coração”, “Domingo é Domingo” e “Às 2 por 3” são outros dos “palcos”. |