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Rosa Negra Fado Latino info@raga.pt Tel: + 351 91 6338478 |
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![]() English Carmo: voz João Rocha: trompete Cindy: violino Sandra Martins: Violoncelo Rui Filipe: teclados, acordeão, programações e backing-vocals Nuno Faria: darbukas e outras percussões Rute Maluma: expressão e inspiração corporal |
Rosa
Negra é uma proposta surpreendente dentro dos caminhos do
novo fado, seu passado e seu futuro. Sendo a voz do fado sempre
a voz do destino, porque um e outro são o mesmo, é natural que
se olhe para eles com respeito mas também com liberdade, a
liberdade de encontrá-los à nossa maneira, dentro da nossa alma
fadista. Matizada por tons quentes e sombras profundas, os lamentos melódicos da sua música misturam-se com movimentos tribais, ritmos do deserto acompanhando uma voz profundamente fadista e aventureira, batendo o pé à fatalidade, numa teia de arranjos de inspiração ibérica/ mediterrânica/ desértica, com cordas/ trompete/ piano e acordeão, sempre apontando para o Oriente, cruzando caminhos imaginários de ir e vir, “num oásis de esperança eterna, um sentimento de jasmim, memórias do meu coração”. «Fado Ladino» é o nome do poema ao qual pertencem as frases anteriores e é também o nome deste álbum. Se nos debruçarmos nos significados do termo, encontraremos toda a carga do seu sentido: ladino é cigano, é judeu, é espanhol, é mouro, é latino. Mas também é puro, legítimo, astuto e vivo. Enfim, ladino é o nosso fado porque ladina é a nossa origem. Carmo é a cantora de Rosa Negra, com a sua voz e a sua presença cheia de véus, ocultando movimentos e sons, palavras que nos fazem olhar para dentro, perguntando-nos porque nos soa tão natural esta música. Será que foi beber a sua inspiração à fonte de onde viemos? Rosa Negra é uma produção de RAGA, produtora totalmente comprometida com a procura de uma estética musical com voz própria, nossa mas de todos e para todos. PS: Rosa Negra, ao vivo, é um espectáculo envolvente e excitante, que enche o olho e a alma. Uma cantora, sete músicos, duas bailarinas e uma VJ, num contexto único e novo, tanto como tudo o que sempre cá esteve e sempre cá há-de estar. |
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